Eu já disse, não faz muito tempo, que meu único e favorito mangá atualmente é NANA. Aliás, o mangá é a única coisa que tem me prendido ao meu passado otaku. De resto, eu prefiro esquecer, por mais que o pessoal me encha o saco falando que não é para eu ter vergonha do que já passou e blablabla. Não é vergonha, gente! É apenas a famosa página virada. Foi bom, foi legal, mas ficou lá atrás, ok? Junto com vááários outros vícios meus, desde Britney Spears até Pokémon. Tudo tem seu tempo e esse tempo passa, acaba. Mas em todo caso, nem é disso que eu vim falar! Foco!
O mangá de NANA já desatrelou há algum tempo do anime e seguiu em frente. As coisas agora estão ficando mais sérias e a história está se aprofundando nos conflitos de cada personagem. É interessante ver como cada um deles carrega seu fantasma pessoal, alguma coisa que os impede de ter o seu final feliz. Me pergunto: até quando isso irá? Tudo ficará bem e o clichê do final feliz irá acontecer ou teremos uma desgraça mortal que nos aprofundará ainda mais na desesperança da vida? Spoilers que eu mesma fui atrás para saber (via Onemanga.com) indicam muito mais a segunda opção...

A edição de número 13 neste mês nas bancas me deixou muito feliz com o amadurecimento da Hachi, a personagem principal (por assim dizer), da série. Antes de mais nada, deixe-me explicar: eu sou uma boba que se identifica com músicas, filmes, quotes e ações de personagens, por isso, fiquei realmente feliz pela reação dela a um acontecimento ruim. Em vez de correr para o primeiro que pudesse socorrê-la (fosse quem fosse), ela encarou a situação de frente e a superou com muita elegância. É o tipo de coisa que eu preciso e já estou começando a fazer :) Reminiscências pessoais em cima de uma obra que eu considero de uma delicadeza tamanha. Deixo um quote dela que sintetiza claramente o que eu levei algumas linhas para discorrer:
"But yesterday and today; I am happy.
I might cry tomorrow, but I may be smiling the day after.
That's enough.
That's the way life is.
If I don't lose hope.
Tomorrow will come."
O mangá de NANA já desatrelou há algum tempo do anime e seguiu em frente. As coisas agora estão ficando mais sérias e a história está se aprofundando nos conflitos de cada personagem. É interessante ver como cada um deles carrega seu fantasma pessoal, alguma coisa que os impede de ter o seu final feliz. Me pergunto: até quando isso irá? Tudo ficará bem e o clichê do final feliz irá acontecer ou teremos uma desgraça mortal que nos aprofundará ainda mais na desesperança da vida? Spoilers que eu mesma fui atrás para saber (via Onemanga.com) indicam muito mais a segunda opção...

A edição de número 13 neste mês nas bancas me deixou muito feliz com o amadurecimento da Hachi, a personagem principal (por assim dizer), da série. Antes de mais nada, deixe-me explicar: eu sou uma boba que se identifica com músicas, filmes, quotes e ações de personagens, por isso, fiquei realmente feliz pela reação dela a um acontecimento ruim. Em vez de correr para o primeiro que pudesse socorrê-la (fosse quem fosse), ela encarou a situação de frente e a superou com muita elegância. É o tipo de coisa que eu preciso e já estou começando a fazer :) Reminiscências pessoais em cima de uma obra que eu considero de uma delicadeza tamanha. Deixo um quote dela que sintetiza claramente o que eu levei algumas linhas para discorrer:
"But yesterday and today; I am happy.
I might cry tomorrow, but I may be smiling the day after.
That's enough.
That's the way life is.
If I don't lose hope.
Tomorrow will come."

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