Home

Advertisement

O filho pródigo (...) + NANA

  • Mar. 18th, 2008 at 7:36 AM
risaborda
Quase um mês desde a minha última aparição aqui. Shame on me, eu sei....
A vida andou muito corrida (subentenda-se: volta pra valer da faculdade),  e sinceramente, sentar aqui para escrever algo que não exigisse realmente muito da minha capacidade mental estava fora de cogitação.

Nesse meio-tempo, li bastante (embora não tenha terminado nada do que comecei ainda), vi alguns filmes consideráveis e também escutei muita música (acho que as músicas superam qualquer outra mídia... fazer o quê se o meu celular é meu companheiro inseparável?), mas o que tomou mesmo, consideravelmente o meu tempo foi um anime apaixonante: NANA.



As aulas da faculdade voltaram e junto com ela, meu amigo querido Arthur, que merece uma menção honrosa neste humilde blog por sustentar meu vício sem nada pedir em troca. Foi ele que me arranjou o anime para que eu pudesse assistir. Antes desse, ele já havia me emprestado Paradise Kiss, que é da mesma autora, Ai Yazawa. Paradise é muito bom, mas não chega aos pés da cativação que NANA causa, talvez porque NANA seja mais sério, não seja um anime tão "escrachado" quanto ParaKiss, que também não é ruim por isso, só pende mais para o entretenimento sem compromisso.



NANA conta a história de duas garotas de mesmo nome, mas com vidas e formas de pensar e agir totalmente distintas, que tem seus destinos cruzados numa viagem à Tóquio. As duas acabam indo morar juntas e tornam-se mais do que amigas. O conceito de amizade ultrapassa os limites de NANA, é como se fossem uma parte da outra. A Nana 'oficial', por assim dizer, é uma cantora punk, com olhos de gato e que nunca fala muito sobre si. A outra, apelidada de Hachi (oito - já que Nana significa sete, também uma alusão ao fato de Nana se comportar feito um cachorrinho que quer sempre agradar ao dono), é uma garota sonhadora, romântica, mas muito ingênua e insegura, que chora com facilidade e bem, é a responsável pela maior parte das encrencas da série... Ambas irão te fazer chorar, já que quando a Nana coloca seus sentimentos à mostra, não perde em nada para Hachi no quesito sentimentalidade.



Os personagens de apoio são fundamentais para a trama. Tanto os amores e desamores como os personagens da banda - ah sim, Nana tem como pano de fundo a trajetória dessas bandas, por um lado, a já  famosa Trapnest, banda que leva o amor de Nana, Ren, para Tóquio, e por outro, a Blast (abreviação de BlackStone, uma marca de cigarro), banda de Nana, que ainda está galgando os passos para o sucesso -, são fundamentais para a série. É o carisma dele que sustenta os 47 capítulos do anime. Depois, a trama continua no mangá. Aí surgem outros personagens, passados são revirados, enfim, ainda estou por descobrir o que o futuro me aguarda para esta série.



Enquanto isso, vejo um episódio de Nana por dia, até cair de cabeça no mangá. Antes disso, pretendo ver os dois filmes da série, que pelo que já me contaram, não deixam nada a desejar à série.



E ah meu Deus! Eu ainda PRECISO discorrer um parágrafo sobre a trilha sonora do anime! As músicas de abertura e encerramento, como era de se esperar de um anime desse porte, são excepcionais. Anna Tsuchiya que canta a primeira abertura tem uma voz incrível e, ainda não fui atrás de outras músicas dela além das cantadas no anime, mas tenho certeza de que todas são empolgantes. Já a Olivia, pode ser feia feito o cão, mas tem uma voz linda, emocionante, perfeita para a personagem que ela "encarna" na hora de compor a música. Pra ouvir milhões de vezes :)

Tags:

Anime Dreams

  • Jan. 27th, 2008 at 10:37 PM
risaborda
Ah... o evento dos sonhos!

Pff.

Não pra mim, não dessa vez.

Sem lembranças memoráveis, sem pessoas especiais (mas com bons amigos, seria injustiça não citá-los), sem maiores acontecimentos.

Apenas mais um passeio, mais uma distração.

Bah. Cadê o sabor das coisas?

Tags:

Lovely Complex

  • Jan. 14th, 2008 at 11:01 PM
risaborda
Agora pouco, terminei de ver o movie live-action de Lovely Complex. Já havia assistido o anime, pulei o mangá.



Eu, de cara, tive uma relação muito engraçada com a série. Isso porquê eu vivi com meu ex-namorado essa situação de ser a garota mais alta com um garoto baixinho demais.  É óbvio que ele não era fofinho como o Otani (e aqui eu me pergunto se existe algum garoto como ele atualmente. Ao menos, psicologicamente, com certeza há vários idiotas insensíveis como ele! =D), e eu também nunca fui lá tão extrovertida como a Risa.



Outras diferenças entre a vida real e a ficção estão no quesito amizade. Os amigos, durante a série, dão total apoio ao casal (aliás, se não fosse por eles, a história dificilmente desempacaria XD). Já comigo, foi o contrário. Minhas amigas pararam na gozação e lá ficaram, sem perceber que existia um sentimento ali (seja qual fosse ele, na época -_-'). Mas talvez, novamente, isso tenha acontecido pq ele não era um Otani da vida. Se fosse, as fúteis sem dúvida o paparicariam e não me torrariam tanto a paciência ¬¬ E meus pais também não teriam se metido... Afinal de contas, aqui pra nós, altura não é lá algo que influencie taaanto assim. O problema é quando ela vem acompanhada de outros atributos negativos ;/



De qualquer forma, Lovely Complex é o meu anime ;) E o filme, hahaha, é MUITO bizarro e exagerado! Mas vale ser visto por aqueles que adoraram a série XD Ponto alto fica por conta da dancinha dos dois acompanhando o Umibozu no karaokê ;]

Tags: